terça-feira, 26 de novembro de 2013

MANUEL MEDEIROS PARTIU HÁ UM MÊS


Foi há um mês que Manuel Medeiros, o Livreiro Velho, como gostava de se chamar, partiu. A sua obra, porém, ficou. Ficou a Culsete, a livraria que sonhou com a companheira. Com ela soube conduzir a empresa contra muitos ventos e tempestades de vária ordem. Com ela definiu rumos de futuro para a empresa. Por isso a Culsete aí está. E estará…
Ficam também os seus escritos, tanto a poesia como a prosa, de reflexão, de opinião e polémica. Ficam ainda as narrativas curtas que algumas vezes tivemos o prazer de ler, especialmente no blogue PAPEL A MAIS. Encontramo-lo sempre nos seus livros, em jornais e revistas ou nos seus blogues.
Vamos, pois, poder continuar a ouvi-lo, lendo-o, podendo retomar sempre que quisermos o exercício de concordar ou discordar das suas ideias e opiniões. As notícias da Culsete serão dadas aqui ou na página de facebook. Eventualmente, iremos dando a ler, sempre que for oportuno, alguns textos de Manuel Medeiros espalhados pelos seus famosos cadernos de capa cinzenta. E nunca se esqueça das suas palavras: “ler, ler muito, ler sempre. E depois continuar a ler, ler muito, ler sempre. E ler e ler, ler muito, ler sempre.”

1 comentário:

  1. Como o tempo voa!!! Sim continuarei a ler e a lê-lo. É muita felicidade quando as pessoas nos deixam mas continuam connosco com a sua obra e nas nossas boas memórias. Sós os grandes conseguem ir, mas ficando...
    Maria Fernanda Pinto

    ResponderEliminar