segunda-feira, 24 de março de 2014

Poemas para Manuel Medeiros na Culsete


Na passada sexta-feira, como anunciado, foi lançado o livro Poemas para Manuel Medeiros. As razões desta publicação já aqui foram apresentadas. Queremos hoje dar uma ideia da sessão.
A noite estava de chuva, Manuel Freire cantava na Casa da Cultura e na biblioteca acontecia a habitual maratona de poesia, além de outros eventos nos locais do costume. Mas os amigos foram chegando e aconteceu tertúlia, aconteceu poesia, aconteceu amizade.
Dos poetas antologiados estiveram presentes, além de Helder Moura Pereira, que teve a ideia deste livro/homenagem e a partilhou com José Teófilo Duarte, António Oliveira e Castro, Arlindo Mota, Artur Goulart, Fernando Gandra. E, claro, podemos contar mais uma vez com Teófilo Duarte, o editor, que transformou, como só ele sabe fazer, este livro num belo objeto estético. A gravura interior, a partir de uma conhecida foto de Manuel Medeiros, é de sua autoria. Maria Alice Silva, companheira de Miguel de Castro, compareceu também.
Os poetas leram os seus textos e os dos ausentes. Fátima Ribeiro de Medeiros leu um poema enviado por José Francisco Costa para a ocasião e um e-mail de Onésimo Teotónio Almeida. No final, Isabel Fernandes leu dois poemas inéditos de Manuel Medeiros.
A família de Manuel Medeiros agradece aqui publicamente mais esta homenagem, que tem um sabor muito especial, por partir de amigos tão grandes e importantes para o homem, o livreiro, o poeta.
 
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Os mentores desta antologia, Helder Moura Pereira e José Teófilo Duarte, abrem a sessão
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O público ouve com agrado e atenção
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Fernando Gandra lê o seu poema, a partir do original manuscrito…
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… passando a leitura a Artur Goulart…
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… que dá a vez e a voz a Arlindo Mota…
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… seguindo-se António Oliveira e Castro
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Maria Alice lê o poema de Miguel de Castro
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Isabel Fernandes lê Manuel Medeiros / Resendes Ventura
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No Livro de Honra da Culsete ficou escrito: “Olá Manuel. Estivemos aqui contigo, com a Fátima e outros amigos. E todos lembrámos, para ti, a palavra poesia e de ti a palavra amizade.” (h.m.p.)
 


















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